Desabafos – Parte I

Eu não sei se tenho a capacidade de ver essa conjuntura de forma tão positiva. A minha mente pode ser, por vezes, um enorme buraco negro, sugando a energia luminosa em seu redor, sofregamente.

Sinto o mundo à minha volta a desvanecer, irremediavelmente. E eu, no auge da minha impotência. Não faço ideia do que dizer, escrever, ou até mesmo, fazer. 

Todos os dias sou bombardeada com ideias de que não preciso, formas de ser as quais não compreendo. Sinto-me a ser despedaçada por forças que não fazem sentido, sufocada por morais dos quais não compartilho.

E no entanto, aqui estou eu, a tentar pertencer a uma sociedade que considero tóxica. Um verdadeiro atentado ao meu ser.

Que merda de ideia, hum?

Às vezes, questiono-me se vale a pena. Ou se me devo reprimir e conformar com a vida de um robot. Mas é uma ideia ainda mais merdosa.

Sou naive em muitos aspectos, mais até do que gostaria de admitir. Mas não tenho a capacidade de aceitar que a minha vida tenha de ser uma de submissão.

A mentalidade que tenho não me permite compactuar com certas ideologias. E se isso se denomina de arrogância, teimosia ou até mesmo, imaturidade… Não sei. E honestamente, neste momento, estou-me bem a foder para isso!

A todos os que se recusam a ser conformistas… As minhas saudações! Vemo-nos no inferno… Que é a realidade na qual nos inserimos.

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