Desabafos – parte II

O meu cérebro está atafulhado de merdas de que não necessito. Sou um ser humano com imaginação fértil e curiosidade incomensurável e estes traços tanto podem proporcionar uma existência cheia de possibilidades, como de problemas desnecessários.

Não sei como viver, honestamente. (Não penso que ninguém saiba mas há quem suporte esse facto de melhor forma…)

Mas tenho uma mente inundada de informação e já não consigo encontrar o fio à meada. Assim que tenho acesso uma ponta, acabo por enrolar tudo ao ponto de inutilidade.

Quem sabe viver, honestamente? (Acabo a questionar.)

Os problemas, as dúvidas, os medos e as inseguranças acumulam-se numa pilha que não tem como se equilibrar.

Procuro respostas para saber viver e continuo na ignorância. (É pedir muito ou não há mesmo resposta?)

Questiono o meu próprio método de pensamento, um cepticismo inabalável.

Mas depois recordo que na dúvida, há vida. E isso conforta-me um pouco.

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